07/01/2026 | 05:25 | Polícia 2 min de leitura
Um adulto também sofreu ferimentos. Crianças brincavam em uma piscina quando desmoronamento aconteceu
Uma criança morreu e duas ficaram feridas após uma laje desabar por volta das 17h50min desta terça-feira (6), na Rua São Simão, no bairro Bom Jesus, em Porto Alegre. As vítimas estavam em uma piscina quando ocorreu o acidente e foram socorridas e encaminhadas a hospitais da Capital.
A menina que faleceu tinha sete anos. Ela chegou a ser atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), com realização de reanimação cardiopulmonar, e foi encaminhada ao HPS, mas não resistiu, de acordo com o Corpo de Bombeiros Militar.
Um menino de nove anos teve alta do Hospital Cristo Redentor por volta de 23h40min desta terça-feira (6) e outro menino de sete anos segue em atendimento médico. Segundo a Brigada Militar, a mãe de umas das crianças também ficou ferida e encaminhada ao hospital.
De acordo com o capitão do Corpo de Bombeiros Rodrigo Borges, várias pessoas da mesma família moravam na casa. As três crianças tomavam banho no momento do incidente.
— A missão era o mais rápido possível retirá-los de baixo dos destroços para que pudéssemos colocá-los nas ambulâncias e levá-los para o hospital. — afirmou o comandante Daniel Araújo de Oliveira, do 11º Batalhão da Brigada Militar, à Rádio Gaúcha.
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, a piscina estava no térreo, e a laje caiu em cima dela. Já a Brigada Militar afirma que a piscina estava sobre a laje que desabou. A perícia esteve no local e vai apresentar o laudo técnico conclusivo sobre as circunstâncias do desabamento.
A área foi isolada para segurança. A 14º Delegacia de Polícia (DP) de Porto Alegre investigará o caso.
Um vizinho da residência onde aconteceu o desabamento contou que escutou um barulho e logo depois ouviu as pessoas da casa procurando pelas crianças.
— Eu ouvi um estrondo. Achei que alguém poderia ter largado alguma coisa no contêiner. Mas logo em seguida eu ouvi as pessoas gritando: "Cadê as crianças? Cadê as crianças?". Aí eu corri e avisei a minha esposa. Logo que eu saí, estava um menino sendo atendido com um corte na cabeça, outro no pé. Aí eu pedi para pressionarem com um pano e logo em seguida já levaram ele para o atendimento — relatou o técnico em mecânica Rodrigo dos Santos Costa, 45 anos.