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20/09/2025 | 06:36 | Polícia 2 min de leitura

Polícia descobre plantação de maconha em SC e apreende R$ 150 mil em óleo de cannabis

Operação prendeu dois homens e encontrou 800 pés de maconha e 500 frascos de canabidiol

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Operação prendeu dois homens e encontrou 800 pés de maconha e 500 frascos de canabidiol
Divulgação, PCSC

A Polícia Civil de Santa Catarina descobriu na sexta-feira (19) uma plantação de maconha em Florianópolis, no bairro Vargem Grande. No local, foram apreendidos cerca de 800 pés da planta e 500 frascos de canabidiol avaliados em R$ 150 mil.

Segundo a investigação, a área pertencia a uma associação terapêutica que fornecia óleo medicinal de cannabis sem autorização judicial. Dois homens, de aproximadamente 35 anos, foram presos em flagrante por tráfico de drogas — o presidente da associação e um jardineiro responsável pelo cultivo.

Polícia fecha laboratório de produção em fazenda
A operação foi conduzida pela Decod/Dic (Delegacia de Combate às Drogas do Departamento de Investigação Criminal), que já havia realizado ação semelhante meses atrás. Nos locais vistoriados, os agentes encontraram verdadeiros laboratórios de produção de entorpecentes, operando de forma irregular e em grande escala.

O delegado Walter Loyola explicou que, embora a associação tivesse registro como pessoa jurídica, não havia autorização judicial para o cultivo da cannabis. “Eles solicitaram ao Judiciário, mas não obtiveram autorização. Sem essa decisão, o plantio e a extração do óleo configuram crime de tráfico de drogas”, afirmou.

Óleo de cannabis era vendido a associados
Durante a operação, foram apreendidos 500 frascos de óleo de cannabis, cada um vendido a R$ 400 para cerca de 500 associados da entidade. O produto era oferecido a pessoas que buscavam tratamento medicinal para doenças neurológicas e transtornos como epilepsia, TDAH, esquizofrenia, ansiedade e dores crônicas.

Apesar do uso medicinal reconhecido, a produção e a comercialização de derivados da cannabis no Brasil dependem de autorização judicial específica, o que não era o caso da associação investigada.

Fonte: Visor Notícias
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