31/08/2025 | 06:37 | Polícia 1 min de leitura
Alvo seria Amauri Silveira Filho, que investiga crimes relacionados à facção e teve segurança reforçada
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve, neste sábado (30), as prisões temporárias dos empresários Maurício Silveira Zambaldi e José Ricardo Ramos, suspeitos de financiar um plano da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) para matar o promotor Amauri Silveira Filho, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Campinas (SP).
O objetivo era interromper investigações contra a facção. Amauri Silveira Filho está bem e teve segurança reforçada. As informações são do g1.
Os suspeitos, que foram presos na sexta-feira (29), atuavam nos setores de comércio de veículos e transporte. A dupla teria financiado o plano com aquisição de veículos, armas e a contratação de um grupo para armar uma emboscada para o promotor.
Um terceiro suspeito de financiar o plano, Sérgio Luiz de Freitas Filho, conhecido como "Serginho Mijão", um dos chefes do PCC, está foragido. Além das duas prisões, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão.
O mesmo plano também tinha como objetivo assassinar o comandante de uma polícia de São Paulo, que não teve o nome e a função exata divulgados.