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21/05/2025 | 18:21 | Polícia 2 min de leitura

MP apreende quase R$ 5 milhões em dinheiro na casa e no escritório de Maurício Dal Agnol

Dinheiro foi apreendido junto com carros e imóveis. Valor chega a R$ 40 milhões. Operação apurou lavagem de dinheiro após apropriação indébita de créditos relacionados a ações judiciais

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Dinheiro foi apreendido junto com carros e imóveis. Valor chega a R$ 40 milhões. Operação apurou lavagem de dinheiro após apropriação indébita de créditos relacionados a ações judiciais
Operação identificou R$ 4,7 milhões em espécie. Montante foi contado em agência do Banrisul em Passo Fundo. Grégori Bertó / MPRS / Divulgação

A operação do Ministério Público em Passo Fundo, nesta quarta-feira (21), localizou R$ 4,7 milhões em dinheiro na casa e escritório de Maurício Dal Agnol. O valor foi contabilizado em uma agência do Banrisul, no centro. 

O dinheiro foi apreendido dentro da Operação Barba Negra, que apurava a prática de lavagem de dinheiro de organização criminosa após apropriação indébita de créditos relacionados a ações judiciais

Na operação, os agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) apreenderam montante equivalente a R$ 40 milhões. Além dos R$ 4,7 milhões em dinheiro, o valor inclui 25 veículosmais de 50 imóveis e créditos financeiros

Os agentes também apreenderam documentos, celulares e ao menos quatro armas, além de grande quantidade de caixas de charutos e bebidas. O dinheiro foi depositado em juízo no Banrisul.

Operação em Passo Fundo e Barra Funda

As buscas foram realizadas em três endereços de Dal Agnol, em Passo Fundo e Barra Funda, incluindo a casa e o escritório do advogado. 

Na residência, na Vila Luiza em Passo Fundo, foram apreendidos valores em dinheiro, documentos e dois carros modelos Honda ZRV e Honda CRV.

No escritório, no bairro Petrópolis, os agentes também recolheram quantias em dinheiro, além de quatro carros: um KIA Sportage, um GM Celta, uma GM Captiva e um Renault Megane. 

Atualmente Dal Agnol cumpre pena em regime semiaberto, com tornozeleira eletrônica pelo crime de posse/porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.

A defesa de Dal Agnol não foi localizada até a publicação da reportagem. O espaço segue aberto. 

Fonte: GZH
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